- Como é calculado o rendimento líquido de cada produto neste cenário?
- O simulador aplica a taxa bruta anual indicada ao montante, desconta os custos anuais (TER/comissão) e deduz o IRS por retenção liberatória (28% em Portugal Continental, 19,6% nas Regiões Autónomas — CIRS art. 71.º). O benefício fiscal PPR (dedução à coleta, EBF art. 21.º) é somado ao rendimento líquido PPR como vantagem de entrada. Não constitui aconselhamento fiscal.
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- O que é o "taxa de breakeven" do PPR?
- É a taxa bruta anual máxima que o ETF pode ter para que o PPR ainda ganhe, dadas as premissas introduzidas. Se o ETF render acima desse valor, supera o PPR. Abaixo, o PPR vence graças ao benefício fiscal. Quanto maior o benefício IRS e quanto mais longo o horizonte, mais alto o breakeven favorável ao PPR.
- O IRS sobre ETF é o mesmo que o depósito a prazo?
- O simulador usa a mesma taxa liberatória (28%/19,6%) para os três produtos por simplificação comparativa. Na realidade, os ganhos de ETF (Categoria G — mais-valias) têm um tratamento específico sob CIRS art. 43.º e 48.º que pode diferir da retenção sobre juros (Categoria E). Esta simplificação é indicada nas premissas do resultado.
- O benefício fiscal PPR (dedução IRS) é seguro?
- Os valores são calculados com base nas regras do EBF art. 21.º (AT), seeded como KnowledgeRules na Mowei. O resultado pode estar em estado "não certificado" (UncertifiedLabel) até os valores serem verificados por um processo formal de conformidade. Consulte sempre a AT para o seu caso concreto.
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- Posso usar esta ferramenta para decidir qual produto escolher?
- Esta ferramenta é informativa e não substitui aconselhamento financeiro personalizado. O resultado depende das premissas introduzidas — taxa de retorno, custos e horizonte são estimativas do utilizador. Rendimentos históricos não são garantia de retornos futuros. Para uma decisão formal, consulte um intermediário financeiro regulado ou um técnico de contas.
- O que significa "o PPR ganha quando" na área de resultados?
- Mostra as condições (taxa ETF abaixo do breakeven, benefício fiscal positivo, horizonte suficientemente longo) em que o PPR produz capital líquido superior ao ETF, dados os pressupostos inseridos. É uma forma de visualizar a fronteira PPR vs ETF — não uma recomendação de produto.
- Quais são os erros mais comuns de quem investe em ETF?
- Negociar com demasiada frequência (cada compra e venda tem custos e impostos sobre mais-valias); ignorar o TER e as comissões da corretora, que corroem o rendimento ao longo dos anos; concentrar num único setor ou região em vez de diversificar; e tentar acertar no "momento certo" do mercado em vez de contribuir de forma regular. Verifique sempre que a corretora está registada na CMVM. Conteúdo informativo, não aconselhamento.
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- Num ETF, é preferível a versão de acumulação ou de distribuição?
- Um ETF de acumulação reinveste os dividendos automaticamente (favorece o crescimento composto e simplifica a gestão); um de distribuição paga-os em dinheiro (útil para rendimento periódico). Os dividendos distribuídos são tributados quando recebidos, enquanto na acumulação o imposto recai sobretudo na venda — o que pode diferir o momento do imposto. A escolha depende do objetivo (crescimento vs. rendimento). Confirme a tributação concreta junto da AT.
- Devo concentrar o investimento nos EUA ou diversificar pela Europa e mundo?
- Um ETF de índice mundial já inclui EUA, Europa e outras regiões, com maior peso dos EUA pela dimensão do mercado. Concentrar numa só região aumenta o risco específico (cambial, político, de valorização). A abordagem habitual de longo prazo é diversificar amplamente e manter custos baixos, em vez de tentar prever qual região vai liderar. Conteúdo informativo, não aconselhamento.